sábado, 7 de maio de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
quero, e você também era assim
''...um extravio morno de minha consciência e depois sem som, um sonho calmo, um espaço enorme, como a lua rodando entre as estrelas.''
(achei lendo por ai..)
(achei lendo por ai..)
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Assim
Só te preciso
assim,
simples,
Você.
assim,
simples,
Você.
Pra todo penar e pesar..
não passar,
mas guardar
e acumular.
não passar,
mas guardar
e acumular.
Junto com a coleção de ventos,
espaços vazios lotados de
inquietação passiva e serenidade superficial.
espaços vazios lotados de
inquietação passiva e serenidade superficial.
O pior é saber,
que nada vai,
como costumes
“acontecer”, no sentido de mudar
que nada vai,
como costumes
“acontecer”, no sentido de mudar
Mas tenho medo do
diferente assim,
simples e simplesmente,
Você.
diferente assim,
simples e simplesmente,
Você.
Não ajo
e flutuo
no irreal,
Contigo.
e flutuo
no irreal,
Contigo.
(D.Nll.)
quarta-feira, 23 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
rotina
Este vazio de amor todos os dias: a cabeça pesada ao meio-dia, a boca amarga, um cheiro de sono e solidão nos cabelos...
Caio Fernando Abreu
Caio Fernando Abreu
domingo, 20 de março de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
Discurso para o coral - Apresentaçao de Natal 2O1O
Botucatu, 15 de dezembro de 2010.
Maestro e coral,
Sem a música, a vida seria um erro, e nós somos testemunhas disso.
É com muita tristeza, porém com extremo orgulho que tentamos com palavras expressar o significado do coral em nossas vidas durante esses anos.
Sabemos que por aqui muitos passaram e que talvez não sejamos os mais marcantes, nem merecedores de tantos ensinamentos recebidos.
Tentamos afastar ao máximo e até mesmo adiar este momento que nos traz tantos sentimentos e boas lembranças, mas chegamos num ponto de decisões e mudanças inevitáveis.
Provavelmente não teríamos conhecido tantos lugares, pessoas especiais e ganhados valores importantes, sem a ajuda e incentivo constante do coral.
Entretanto nessa época de separação vemos que o que mais deve e é levado em conta são as amizades incomparáveis adquiridas.
Queremos ver isto tudo que passamos, não como um fim, mas como um aprendizado que deve agora ser aplicado e levado adiante em nossos futuros.
Não precisaremos nos imaginar sem o coral, já que tudo o que o envolve sempre será parte importante para cada um de nós, parte essa que nos fez despertar e valorizar a arte, tornando a música indispensável.
Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita. Tem o peso de uma lembrança. Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou.”(Clarice Lispector)”.
Agradecimentos nunca seriam suficientes ou poderiam fazer jus a todos esses anos insubstituíveis e de eterna saudade.
Em nome de todos cantores formandos, obrigada José Alberto, coral e Irmã Gema.
Débora Novelli e Isabella Juliani
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