Seus acordes aveludados,
seu timbre
que fazem vibrar minha memória.
Desperta o não morto
nem conformado
porém, sereno e encostado,
amor.
Te olhar
e além da retina
te ver
e sentir teus sinais armazenados.
Amores encostados,
sentimentos armazenados.
Serenas vidas vibrantes?
(D.Nll.)
domingo, 24 de outubro de 2010
sábado, 9 de outubro de 2010
Poema da dúvida
Será que?
no arriscar de tocar o amor
com a ponta dos dedos do pé
está a libertação,
recomeço,
nostalgia ou até
um catalisador ao passado?
Pra quem pedir,
contar,
ser dada a chance?
Esperar que venha!
Solução ou conformismo?
Se nem rimas adiantam
adiantariam pensamentos profundos?
Elaborar o caos insolúvel?
Mas nem consigo ditar
meu questionamento concreto,
então fico na dúvida de duvidar
que me perguntarei sobre as questões
não respondidas e calejantes
do meu, evaporante e emancipador amor.
(D.Nll.)
no arriscar de tocar o amor
com a ponta dos dedos do pé
está a libertação,
recomeço,
nostalgia ou até
um catalisador ao passado?
Pra quem pedir,
contar,
ser dada a chance?
Esperar que venha!
Solução ou conformismo?
Se nem rimas adiantam
adiantariam pensamentos profundos?
Elaborar o caos insolúvel?
Mas nem consigo ditar
meu questionamento concreto,
então fico na dúvida de duvidar
que me perguntarei sobre as questões
não respondidas e calejantes
do meu, evaporante e emancipador amor.
(D.Nll.)
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